quinta-feira, julho 18, 2024
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    Nikki Haley desafiou Trump para a presidência dos EUA

    A Ex-embaixadora rompe com Trump em uma corajosa busca pela liderança Americana

    A decisão de Ron DeSantis de suspender sua campanha presidencial no domingo abre caminho para Nikki Haley enfrentar diretamente Donald Trump, uma situação que ela aguardava com expectativa.

    Com DeSantis fora da corrida, as primárias republicanas agora contam apenas com dois concorrentes. Nikki Haley se destaca como a única desafiante do ex-presidente, uma posição que a obriga a lidar com as nuances do que os eleitores republicanos nas primárias desejam e como a percebem, considerando seu gênero e origem racial. Oponentes nas primárias têm explorado essas diferenças para argumentar contra sua adequação ao cargo.

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    Nikki Haley, republicana e ex-embaixadora dos Estados Unidos na ONU, bem como ex-governadora da Carolina do Sul, emergiu no final de semana como a principal opositora de Donald Trump na corrida pela indicação presidencial do Partido Republicano.
    Após deixar a administração Trump, Haley integrou o Conselho de Administração da Boeing de abril de 2019 a março de 2020. Em janeiro de 2021, lançou o Stand for America PAC, com o objetivo de apoiar candidatos conservadores nas eleições de meio de mandato de 2022.

    Enfrentando inicialmente poucas chances, Haley conquistou gradualmente a simpatia de alguns republicanos, permitindo-lhe subir nas pesquisas e obter financiamento substancial. Com posições mais moderadas, especialmente em questões sociais como o aborto, ela atrai eleitores republicanos que rejeitam o radicalismo de Trump, além de buscar apoio entre os independentes.

    Com a saída de Ron DeSantis no domingo (21), que declarou seu apoio a Trump, agora cabe a Haley desafiar o ex-presidente, ainda favorito à conquista da indicação.

    Haley parece estar plenamente ciente do cenário predominantemente masculino em que as campanhas presidenciais ocorrem, especialmente nas recentes primárias republicanas. Ela aceitou esse desafio, desde os repetidos elogios à “Dama de Ferro” da Grã-Bretanha, Margaret Thatcher, até a tradução simbólica de seus saltos altos em uma demonstração de força. Haley tem trabalhado para provar suas credenciais “masculinas” e dissipar quaisquer preocupações de que ser mulher a torne menos firme ou menos qualificada para a presidência.

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