sábado, julho 20, 2024
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    Devastação no Rio Grande do Sul: Imagens Chocantes dos Temporais que Deixaram Mortos e Desaparecidos

    Municípios Afetados, Helicópteros da FAB Enviados para Resgate de Ilhados e Cenas de Destruição em Diversas Regiões

    Temporais devastadores assolaram o Rio Grande do Sul, atingindo muitos municípios e deixando um rastro de destruição. O governo federal respondeu enviando helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB) para resgatar os ilhados nas áreas mais afetadas.

    O fenômeno climático resultou em oito mortos e 18 desaparecidos, conforme relatório da Defesa Civil. Casas foram arrasadas, pontes ruíram, árvores e encostas desabaram, deixando pessoas e animais isolados em meio às águas.

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    Durante a noite, dois helicópteros da FAB sobrevoaram regiões críticas, como Santa Cruz do Sul, Sinimbu e Candelária, em busca de sobreviventes em situação de risco.

    Em Candelária, uma mulher foi arrastada pela correnteza de um rio, mas felizmente foi encontrada pelos bombeiros e está bem. O Rio Pardo transbordou, inundando estradas na cidade.

    Na região de Teutônia, no Vale do Taquari, alagamentos foram registrados, com estradas submersas e até um boi sendo visto nadando pelas águas.

    A situação também afetou a BR-290, principal ligação da Região Metropolitana à Fronteira Oeste, que teve sua pista bloqueada após ceder em Eldorado do Sul.

    Em Paverama, o corpo de um passageiro de um carro foi encontrado após ser arrastado pela enxurrada. O motorista, de 69 anos, foi localizado sem vida ao lado do veículo.

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    Em Roca Sales, uma casa desabou sobre uma família, deixando um homem desaparecido. Seu filho conseguiu escapar pelo telhado, enquanto a mulher foi resgatada por moradores locais.

    A devastação causada pelos temporais no Rio Grande do Sul deixou marcas profundas, evidenciando a urgência de medidas de socorro e reconstrução nas áreas afetadas.

    “A situação das chuvas no Rio Grande do Sul: emergência em mais da metade dos municípios”

    Saiba mais sobre as chuvas intensas

    As chuvas intensas continuam a assolar o Rio Grande do Sul, deixando um rastro de destruição e colocando grande parte do estado em estado de emergência. Segundo relatório do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC), 57% dos municípios gaúchos tiveram seu estado de emergência reconhecido pelo governo federal.

    Com esse reconhecimento, as 283 cidades afetadas estão autorizadas a receber recursos da União para ações imediatas de assistência, como compra de alimentos e desobstrução de vias, além de projetos de longo prazo, como a construção de unidades habitacionais.

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    Desde setembro do ano passado, o estado enfrenta uma série de adversidades climáticas, incluindo temporais, enchentes e ciclones. O governo federal já anunciou o repasse de R$ 741 milhões para auxiliar os municípios gaúchos e, em março deste ano, enviou mais R$ 134 milhões para a região.

    Os impactos das chuvas são preocupantes. Até o momento, oito pessoas perderam suas vidas, 11 ficaram feridas e 21 estão desaparecidas. Mais de 19 mil pessoas foram afetadas em 103 municípios, com mais de 1.000 desabrigados e 1.130 desalojados.

    Diante dessa situação crítica, o governador Eduardo Leite determinou a intensificação dos esforços de resgate, especialmente em Candelária, que se encontra em estado crítico. Forças aéreas, como a Força Aérea e aviões da Brigada Militar e Polícia Civil, estão sendo mobilizados para ajudar nas operações de resgate.

    A previsão meteorológica indica que as chuvas devem continuar, com potencial para atingir até 300 milímetros em algumas áreas. Todos os rios monitorados estão com níveis acima dos limites de alerta, e há preocupação crescente com os municípios da região metropolitana de Porto Alegre, onde os rios Jacuí, Guaíba e Sinos também correm o risco de transbordar. A situação exige medidas urgentes e coordenadas para proteger a população e minimizar os danos causados pelas intempéries.

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